Mapeamento de processos

Sei que a procura por Mapeamento de Processos no meu blog é constante... por isso irei republicar uma série de pequenos tópicos sobre o tema.

Irei começar pelo básico, conceituando "processo".

O que é processo?“É a transformação de um conjunto de ENTRADAS em SAÍDAS adequadas”Ou“Seqüência ordenada de atividades, com o objetivo de produzir um dado resultado.”Todo trabalho realizado numa organização faz parte de um processo.

Não existe um produto ou serviço oferecido sem um processo.

Processo é o resultado da articulação de:Pessoas,Materiais,Finanças, e Tecnologia.

Abraço e até +!

Mapeamento de processos

Afinal, o que é Mapeamento de Processos?
É a forma de organizar os processos, de acordo com sua complexidade e seu nível de abrangência.É uma ferramenta para descrição dos processos de uma organização, a partir do levantamento dos processos existentes, retratando sua relação com clientes e fornecedores.

Abraço,

Processos e suas características

Processo é qualquer atividade que recebe uma entrada (input), agrega-lhe valor e gera uma saída (output) para um cliente. Não existe um produto ou serviço sem que haja um processo (HARRINGTON, 1993). Tipicamente envolve limites, feedback, repetibilidade e transformações físicas, de localização e transacionais (GONÇALVES, 2000a).

Uma característica importante dos processos é a interfuncionalidade. Embora alguns sejam inteiramente intrafuncionais, a maioria atravessa ortogonalmente as fronteiras das áreas, recortando horizontalmente a estrutura típica verticalizada..(GONÇALVES, 2000a). Outra é o fato de que eles possuem e precisam dos clientes para se viabilizarem, associando-se à idéia de cadeia de valor, observa Gonçalves (2000b).HARRINGTON, J.

Aperfeiçoando processos empresariais. São Paulo: Makron, 1993.GONÇALVES, J. E. L. As empresas são grandes coleções de processos. RAE – Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v.40, n.1, p.6-19, Jan/Mar 2000a.GONÇALVES, J. E. L. Processo, que processo?. RAE – Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v.40, n.4, p.8-19, Out/Dez 2000b.

Fonte:A GESTÃO DO CONHECIMENTO E DE PROCESSOS COMO UMA ABORDAGEM PARA A MELHORIA DA QUALIDADE: O CASO DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE UBERLÂNDIA.

Criar um fluxograma básico com o Microsoft Visio

Criar fluxogramas para documentar procedimentos, analisar processos, indicar fluxo de trabalho ou de informações, controlar custo e eficiência, etc.

Acesse aqui.

Abraço,

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Abraço,

Boas Festas!

É isso ai pessoal! Mais um ano!

Um ótimo 2010 para todos nós!

Abraço,
Jefferson Floriano

DESCARTE

Algo curioso que Bukowitz e Williams (2002, p.337) dizem, é que “as organizações tendem a agarrar-se ao conhecimento que desenvolveram, mesmo que ele não esteja mais fornecendo qualquer vantagem competitiva direta.” Porém, enfatizam Bukowitz e Williams (2002, p.337) “[...] algumas formas de conhecimento podem ser mais lucrativas se forem utilizadas por elementos externos à organização.”
Assim como a maioria das pessoas acumulam tranqueiras e encontram enorme dificuldade em desapegar-se e livrar-se delas, as organizações também encontram dificuldade em abandonar as atividades e os recursos que outrora produziu resultados valiosos. Os indivíduos e os grupos estão altamente envolvidos na gestão desses recursos e atividades, assim, os problemas políticos envolvidos em realocá-los, com freqüência fora da organização, são de difícil negociação. No entanto, as organizações podem obter benefícios significativos, se despojando do conhecimento que já não satisfaz mais os seus objetivos estratégicos. Despojar-se do conhecimento que não é mais importante libera tempo e recursos para aumentar e manter aquele que é estrategicamente importante. (BUKOWITZ e WILLIAMS, 2002)

CONSTRUA E MANTENHA

De acordo com Bukowitz e Williams (2002), cada vez mais as organizações construirão conhecimento por meio dos seus relacionamentos com os colaboradores, fornecedores, clientes, parceiros e comunidades nas quais operam e mesmo com seus concorrentes, pois afinal, agregar valor a partir desses relacionamentos é o que forçará a gestão tradicional, que enfatizam o comando e o controle diretos das pessoas, a ceder espaço para um estilo mais simplificado, que enfatizam a gestão dos ambientes e dos capacitores. Para as autoras, esse passo no processo de gestão do conhecimento, assegura que o futuro conhecimento manterá a organização viável ou competitiva.
Bukowitz e Williams (2002, p.277), dizem que “as organizações devem fazer mais do que trabalhar bem hoje. Elas também devem integrar as atividades estratégicas de crescimento e de renovação ao curso da atividade diária.” As autoras citam ainda que, quando um recurso é volátil como o conhecimento, as atividades estratégicas não devem ficar em segundo plano, ou seja, os incêndios diários podem tanto criar quanto destruir o conhecimento que será ou acumulado ou dissipado no vácuo de gestão estratégica.

AVALIE

Quando as organizações avaliam com que qualidade o seu conhecimento pode ser alavancado para criar valor para os clientes, atravessam um limiar entre os dois fluxos do processo geral de gestão do conhecimento. Os passos do processo que incluem o “Obtenha”, o “Utilize”, o “Aprenda” e o “Contribua” situam-se no lado tático do modelo e são ativados por uma oportunidade ou demanda específica e imediata. (BUKOWITZ e WILLIAMS, 2002)
Para Bukowitz e Williams (2002), os passos do processo que se iniciam com o “Avalie” e continuam com o “Construa e Sustente” e posteriormente o “Despoje” situam-se no lado estratégico do modelo e a sua natureza é permanente. Eles não são desencadeados por qualquer evento específico singular, ao invés, são respostas às mudanças no ambiente macroeconômico e manifestam-se por alterações de direção estratégica, variações na velocidade e intensidade das respostas organizacionais ao mercado, assim como mudanças no nível de distribuição de recursos. Em contraste com lado tático, exige que todos participem e exibam qualidades de liderança, pois o processo estratégico é continuo e de responsabilidade da liderança designada formalmente pela organização.
Bukowitz e Williams (2002), explicam que a avaliação não é um substituto para estratégia, mais sim um reflexo desta e também um instrumento para implementá-la. Compara-se ao sistema nervoso central, pois ela mantém a empresa em harmonia com a realidade da estratégia nas extremidades, ou seja, os pontos de contato com as pessoas que realmente importam, como os clientes, os colaboradores, os fornecedores, os reguladores e a comunidade. No viés, tem-se ela como um impedimento à mudança, porque pára de fornecer informação sobre o que é realmente importante para organização.
Para avaliar o capital intelectual, de modo que iniciativas deliberadas e construtivas possam ser fortalecidas ou iniciadas para construí-lo, sustentá-lo ou despojá-lo, as organizações devem enfrentar a questão da perspectiva e da integração. (BUKOWITZ e WILLIAMS, 2002)

UTILIZE

Quando se trata de utilizar a informação, dizem Bukowitz e Williams (2002), a efetividade e a eficiência não são mais satisfatórias, pois a inovação tornou-se a máxima do dia. As organizações questionam como seus colaboradores podem combinar a informação de maneira que eles satisfação o cliente com exclusividade.
“A inovação força as pessoas a saírem dos seus limites funcionais, operativos e de processo para procurar idéias sob as rochas, nas fendas e nos esconderijos que, de outra maneira, não seriam consideradas. A organização pode fornecer muitos instrumentos para fortalecer o pensamento livre, mas é mais importante é estabelecer um ambiente no qual são encorajadas a criatividade, a experimentação e a receptividade.” (BUKOWITZ e WILLIAMS 2002, p.107)

Bukowitz e Williams (2002) afirmam que, sendo o conhecimento localizado e obtido, os colaboradores enfrentam o desafio de aplicá-lo na situação real, e nesse estágio do processo de gestão do conhecimento, o foco está no cliente, mais especificamente, o que o cliente quer e como a organização utilizará o seu conhecimento para satisfazer as demandas. Quanto mais contato as pessoas tenham umas com as outras e mais variadas forem as fontes de conhecimento, maior o potencial para uma aplicação inovadora do conhecimento.

OBTENHA

A maioria das organizações de hoje tem feito investimentos maciços em tecnologia da informação e comunicação para melhorar a eficiência tanto da comunicação interna quanto externa. Porém o que vemos hoje é uma pilha de gigabytes nas estações de trabalho e nos servidores. A internet também acumula um número inimaginável de informações. Mas o que muitas destas organizações se deram conta, é que não basta ter ‘informações’, é preciso utilizá-las, é preciso transformá-las em conhecimento.
De acordo com Bukowitz e Williams (2002), os colaboradores na era do conhecimento, enfrentam o desafio de depurar pilhas de informações irrelevantes para obter a pepita indispensável para as suas necessidades. A tecnologia de informação é tanto o infrator quanto o guarda de trânsito para esse passo do processo de gestão do conhecimento. Se por um lado a TI abriu as comportas da informação, por outro lado, os sistemas de TI tronam-se cada vez mais inteligentes e capazes de direcionar as pessoas por labirintos de irrelevâncias, até a informação que elas necessitam.

MONOGRAFIA GESTÃO DO CONHECIMENTO: DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO DE UMA EMPRESA MOVELEIRA DE TIMBÓ – SC

Caros colegas,


Conclui minha especialização (Gestão do Conhecimento Aplicada aos Negócios Competitivos) em (2007) e entreguei minha monografia em (2009).

A monografia completa pode ser acessada na biblioteca da SBGC (http://www.sbgc.org.br/sbgc/portal/). Procure pelo autor "FLORIANO" ou pelo título "TIMBÓ" .

Irei postar a conta-gotas, os trechos que julgo mais interessantes aqui no blog.

Sendo assim, vamos compartilhar o conhecimento!

Forte abraço,

Jefferson Fabrício Floriano

j_floriano@yahoo.com.br

http://lattes.cnpq.br/7167799337945094

MONOGRAFIA GESTÃO DO CONHECIMENTO: DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO DE UMA EMPRESA MOVELEIRA DE TIMBÓ – SC

A fundamentação teórica que utilzei, apresenta os conceitos de Gestão do Conhecimento e as etapas propostas para a implementação da Gestão do Conhecimento em uma organização. A obra balizadora da pesquisa, e que fornece o questionário aplicado, é o livro “Manual de Gestão do Conhecimento”. Cabe ressaltar que o livro escrito por Wendi R. Bukowits e Ruth L. Williams, sócias participantes grupo de Gestão do Ativo Intelectual (GAI) da PricewaterhouseCoopers, foi traduzido para o português pela divisão ICAS – Intellectual Capital Advisory Services.

Figura - Estruturação do processo de gestão do conhecimento
Fonte: Bukowitz e Williams, 2002, p.24

DOWNLOAD AQUI!

09.09.09. Hoje é dia do Administrador

Os administradores brasileiros comemoram 44 anos de regulamentação profissional.

Nove de setembro é o "Dia Nacional do Administrador", por ser a data de assinatura da Lei nº 4769, de 9 de setembro de 1965, que criou a profissão de Administrador.
O dia do Administrador foi instituído pela Resolução CFA nº 65/68, de 09/12/68.

"9 DE SETEMBRO, DIA DO ADMINISTRADOR"

Administrar incertezas, assumir riscos, vencer desafios, conquistar resultados pela competência profissional, tem sido a luta contínua de todo Administrador Catarinense.

Administrador, parabéns pelo seu dia!

Excelente material... Fica a dica...

O projeto CRN Business School é uma iniciativa de CRN Brasil em parceria com a Advance Marketing, empresa de treinamento e consultoria em gestão, vendas e marketing. O objetivo é prover às empresas do canal de distribuição de TI e Telecom um conteúdo aprofundado sobre gestão de negócios, elaborado por especialistas renomados no assunto composto de apresentação teórica, caso de sucesso e material prático de apoio, de forma a contribuir para a profissionalização da companhia.

Desenvolvido em 12 módulos, o projeto segue de janeiro a dezembro de 2009, publicado sempre na primeira edição do mês de CRN Brasil. Ao final do ano,as empresas que participaram de todo o processo de formação e concluíram o seu planejamento de negócios, com base no conteúdo apresentado, terão a oportunidade de apresentar suas propostas a um fundo de investimentos, na busca por aporte de capital.

Além do conteúdo veiculado na versão impressa de CRN Brasil, os participantes podem acessar o hotsite do CRN Business School no endereço www.crn.com.br/businessschool.

No site, está disponível o download do material prático, além de informações sobre cada fase do projeto, acesso aos módulos já publicados e indicações de leituras complementares.

A Advance Marketing se disponibiliza a ajudá-lo a analisar os exercícios propostos. O contato para informações sobre condições é: advance@advancemarketing.com.br


Abraço,



Ontem, 31/08, foi o dia do blog. Este dia foi escolhido pelo fato de que a data lembra a grafia de Blog (31/08), e a ideia é divulgar 5 blogs para que outras pessoas possam conhecê-los!

Ainda em tempo, divulgo os meus:

http://kmol.online.pt/

http://ricardosaldanha.wordpress.com/


http://www.conhecimentoeti.com/

http://www.josedornelas.com.br/


http://qualiblog.wordpress.com/

Abraços,

Filósofo cria língua universal para web e prevê nova revolução do conhecimento

Filósofo cria língua universal para web e prevê nova revolução do conhecimento

Para Pierre Lévy, web semântica vai transformar maneira de fazer ciência.
Em breve, aposta francês, computadores saberão como 'traduzir' conceitos.

Qual será???

Qual será o bem mais valioso de uma organização do conhecimento?

Aguardo respostas!

Abraço,
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Blogger Rafael Ramos disse...

Jefferson,

A última palavra da sua pergunta já a responde! Conhecimento!

Por outro lado, tenho visto organizações com pessoas extremamente capazes, porém, mal administradas. Ou seja, o conhecimento existe, porém, é gerido de forma ineficiente.

E aí? O bem mais precioso seria o conhecimento ou o conhecimento aplicado à ação, seguindo uma famosa frase de Peter Drucker?

Grande abraço!

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B
oa Rafael! Valeu pela contribuição.

Acredito que o objetivo geral da Gestão do Conhecimento seja a conjunção de estratégia organizacional, estrutura, processos e sistemas, para que a organização possa usar o que ela coletivamente sabe, com a finalidade de criar valor para as partes interessadas. As organizações do conhecimento criam essa riqueza intangível, processando-a internamente e utilizado-a externamente, aproveitando assim, o potencial de seu capital intelectual, no qual o trabalhador do conhecimento é peça-chave.

Abraço,
Jefferson Floriano

MONOGRAFIA GESTÃO DO CONHECIMENTO: DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO DE UMA EMPRESA MOVELEIRA DE TIMBÓ – SC

De acordo com Choo (2003), organizações do conhecimento, são aquelas que possuem informações e conhecimentos, tornando-as capazes de percepção e discernimento. Já Garvin (2003) sugere que uma empresa baseada em conhecimento é aquela que reconhece que a aprendizagem, como recurso estratégico. Além disso, as organizações do conhecimento criam essa riqueza intangível, processando-a internamente e utilizado-a externamente, aproveitando assim, o potencial de seu capital intelectual, no qual o trabalhador do conhecimento é essencial.

Você concorda?

Abraço,

Organograma

O organograma é uma espécie de diagrama usado para representar as relações hierárquicas dentro de uma empresa, ou simplesmente a distribuição dos setores, unidades funcionais e cargos e a comunicação entre eles.

Credita-se a criação do organograma ao norte americano Daniel C. MacCallum (EUA) por volta de 1856, quando este administrava ferrovias nos EUA. Desde então o organog
rama se tornou uma ferramenta fundamental para as organizações, pois além de facilitar a todos conhecer como funcionam as relações da empresa e sua estrutura, permite inclusive, identificar alguns problemas ou, oportunidades de melhorias, através de sua análise. (fontes: www.guiarh.com.br, www.infoescola.com).

Segue um exemplo que recebi em minha graduação que é simplesmente incrível. Se olharmos para um vendedor de pipocas - aqueles dos carrinhos - e
tomarmos esse empreendimento por uma empresa... o que vemos? Qual o organograma dessa empresa?
Mas só há o vendedor de pipocas, alguém deve estar exclamando.


Sim, há somente o vendedor de pipocas, porém, ele assume a função de:
Compras - quando precisa ir ao mercado comprar azeite, milho, sal, etc.
Suprimentos/Estoques - Quando gerencia os níveis de estoques e necessidades de compras.
Produção - Quando põe o milho pra estourar.
Vendas/Marketing - Quando localiza um bom ponto para estacionar o carrinho, quando mantém a pipoca atraente, quando chama o cliente pra comprar, etc...
Financeiro - Administrando os seus trocados.


E se continuarmos, a empresa tomará mais corpo.

Portanto lembre-se, nunca pense em pessoas ou nomes quando montar um organograma. Pense em funções ou áreas.


Até+!