Ontem, 31/08, foi o dia do blog. Este dia foi escolhido pelo fato de que a data lembra a grafia de Blog (31/08), e a ideia é divulgar 5 blogs para que outras pessoas possam conhecê-los!

Ainda em tempo, divulgo os meus:

http://kmol.online.pt/

http://ricardosaldanha.wordpress.com/


http://www.conhecimentoeti.com/

http://www.josedornelas.com.br/


http://qualiblog.wordpress.com/

Abraços,

Filósofo cria língua universal para web e prevê nova revolução do conhecimento

Filósofo cria língua universal para web e prevê nova revolução do conhecimento

Para Pierre Lévy, web semântica vai transformar maneira de fazer ciência.
Em breve, aposta francês, computadores saberão como 'traduzir' conceitos.

Qual será???

Qual será o bem mais valioso de uma organização do conhecimento?

Aguardo respostas!

Abraço,
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Blogger Rafael Ramos disse...

Jefferson,

A última palavra da sua pergunta já a responde! Conhecimento!

Por outro lado, tenho visto organizações com pessoas extremamente capazes, porém, mal administradas. Ou seja, o conhecimento existe, porém, é gerido de forma ineficiente.

E aí? O bem mais precioso seria o conhecimento ou o conhecimento aplicado à ação, seguindo uma famosa frase de Peter Drucker?

Grande abraço!

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B
oa Rafael! Valeu pela contribuição.

Acredito que o objetivo geral da Gestão do Conhecimento seja a conjunção de estratégia organizacional, estrutura, processos e sistemas, para que a organização possa usar o que ela coletivamente sabe, com a finalidade de criar valor para as partes interessadas. As organizações do conhecimento criam essa riqueza intangível, processando-a internamente e utilizado-a externamente, aproveitando assim, o potencial de seu capital intelectual, no qual o trabalhador do conhecimento é peça-chave.

Abraço,
Jefferson Floriano

MONOGRAFIA GESTÃO DO CONHECIMENTO: DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO DE UMA EMPRESA MOVELEIRA DE TIMBÓ – SC

De acordo com Choo (2003), organizações do conhecimento, são aquelas que possuem informações e conhecimentos, tornando-as capazes de percepção e discernimento. Já Garvin (2003) sugere que uma empresa baseada em conhecimento é aquela que reconhece que a aprendizagem, como recurso estratégico. Além disso, as organizações do conhecimento criam essa riqueza intangível, processando-a internamente e utilizado-a externamente, aproveitando assim, o potencial de seu capital intelectual, no qual o trabalhador do conhecimento é essencial.

Você concorda?

Abraço,

Organograma

O organograma é uma espécie de diagrama usado para representar as relações hierárquicas dentro de uma empresa, ou simplesmente a distribuição dos setores, unidades funcionais e cargos e a comunicação entre eles.

Credita-se a criação do organograma ao norte americano Daniel C. MacCallum (EUA) por volta de 1856, quando este administrava ferrovias nos EUA. Desde então o organog
rama se tornou uma ferramenta fundamental para as organizações, pois além de facilitar a todos conhecer como funcionam as relações da empresa e sua estrutura, permite inclusive, identificar alguns problemas ou, oportunidades de melhorias, através de sua análise. (fontes: www.guiarh.com.br, www.infoescola.com).

Segue um exemplo que recebi em minha graduação que é simplesmente incrível. Se olharmos para um vendedor de pipocas - aqueles dos carrinhos - e
tomarmos esse empreendimento por uma empresa... o que vemos? Qual o organograma dessa empresa?
Mas só há o vendedor de pipocas, alguém deve estar exclamando.


Sim, há somente o vendedor de pipocas, porém, ele assume a função de:
Compras - quando precisa ir ao mercado comprar azeite, milho, sal, etc.
Suprimentos/Estoques - Quando gerencia os níveis de estoques e necessidades de compras.
Produção - Quando põe o milho pra estourar.
Vendas/Marketing - Quando localiza um bom ponto para estacionar o carrinho, quando mantém a pipoca atraente, quando chama o cliente pra comprar, etc...
Financeiro - Administrando os seus trocados.


E se continuarmos, a empresa tomará mais corpo.

Portanto lembre-se, nunca pense em pessoas ou nomes quando montar um organograma. Pense em funções ou áreas.


Até+!

Joe Calhoon

“Prioridades começam com um verbo, terminam com uma data e têm alguma coisa que pode ser medida no meio”

MONOGRAFIA GESTÃO DO CONHECIMENTO: DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO DE UMA EMPRESA MOVELEIRA DE TIMBÓ – SC

Há 35 (trinta e cinco) anos da primeira "lata" ter sido fabricada, os investimentos em capacidade intelectual conseguiram fazer com que uma lata de refrigerante vazia pese apenas 14 (quatorze) gramas, cerca de ¾ (três quartos) do peso original, ou seja, menos material e mais ciência; 25% (vinte e cinco) dela é conhecimento puro. Outro aspecto de ação do conhecimento, é a elevada quantidade do alumínio que é reciclado (3 (três) em cada 4 (quatro) latas), se deve a uma nova tecnologia que consome somente 5% (cinco) da energia necessária à produção de uma folha de alumínio, se comparado ao início do processamento com matéria-prima virgem. Agora, com mais cérebro, temos a mesma quantidade de refrigerante com menos material e energia. (STEWART 1998)

O fato de poder amassá-la com a mão quando vazia, contrasta com sua sustentabilidade quando cheia, e podendo ser empilhada até 2 (dois) metros de altura, além da resistência a uma gama de temperaturas. Sua auto-sustentação no empilhamento é produzida pelo gás em seu interior, onde se tem uma menor quantidade de metal para manter uma tremenda rigidez. Tal rigidez é provocada por algo que não vemos. Assim é o conhecimento, ao mesmo tempo em que é intangível, provoca grandes transformações nos produtos e serviços desta nova economia. (STEWART 1998)

Neste momento, pouco mais de um século e meio após a aparição pública do metal alumínio, surgem protótipos de recipientes de papel. Cabe a indagação; em quanto tempo estarão substituindo, com vantagem, as de alumínio? Quais outros materiais o conhecimento nos permitirá utilizar?

Forte abraço,

Floriano

MONOGRAFIA GESTÃO DO CONHECIMENTO: DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO DE UMA EMPRESA MOVELEIRA DE TIMBÓ – SC

Caros colegas,


Conclui minha especialização (Gestão do Conhecimento Aplicada aos Negócios Competitivos) em (2007) e entreguei minha monografia em (2009).

A monografia completa pode ser acessada na biblioteca da SBGC (http://www.sbgc.org.br/sbgc/portal/). Procure pelo autor "FLORIANO" ou pelo título "TIMBÓ" .

Irei postar a conta-gotas, os trechos que julgo mais interessantes aqui no blog.

Sendo assim, vamos compartilhar o conhecimento!

Forte abraço,

Jefferson Fabrício Floriano

j_floriano@yahoo.com.br

http://lattes.cnpq.br/7167799337945094

KM 2009

A SBGC - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento, realizará em Salvador-BA em conjunto com SBGC - BA, o KM Brasil 2009 - 8º edição do Congresso Brasileiro de Gestão Do Conhecimento, no período de 23 a 25 de setembro de 2009.

O evento reunirá profissionais do Brasil e de outros países, reconhecidos nacional e internacionalmente, com o objetivo de discutir as dimensões, pessoas, processos e tecnologia em Gestão do Conhecimento. As temáticas serão abordadas segundo a visão dos setores acadêmico, privado, público e terceiro Setor, mediante atividades de debates, dinâmicas, mesas-redondas, grupos de trabalho, propiciando a interação dos palestrantes com os congressistas.

O que é o conhecimento?

O que é o conhecimento? Para Nonaka e Takeuchi (1997) esta é a pergunta cujo processo de busca para uma resposta, tem feito parte da história da filosofia, desde o período grego. Segundo os filósofos, o conhecimento pode ser entendido como uma crença verdadeira justificada, apesar das diferenças entre racionalismo e empirismo. Dizem os autores que essa definição de conhecimento, “no entanto, está longe de ser perfeita em termos lógicos”. De fato, “[...] nossa crença na verdade de uma coisa não constitui nosso verdadeiro conhecimento dessa coisa [...]”, asseguram os autores, deste modo existe uma chance, mesmo que diminuta, de que nossa convicção esteja equivocada. Para descobrir o conhecimento fundamental, sem prova sobre o qual seria possível estabelecer todo e qualquer conhecimento, os filósofos ocidentais pesquisaram um método que os ajudasse a estabelecer a verdade indubitável do conhecimento. (NONAKA e TAKEUCHI, 1997, p. 24)